Pastiche

Apesar dos nossos percursos divergirem, nós – Luiz Antunes e Sérgio Diogo Matias – chegámos a questões e problemáticas relativas às nossas referências artísticas. Parece-nos importante uma pesquisa e a formulação de uma análise no corpo da herança coreográfica portuguesa. Numa época antecedida por uma produção artística divergente e variada, num ambiente vertiginoso e de mudança, é pertinente repensar e assinalar o que foi dito, o que se tem dito e o que se poderá dizer.
O culminar de inúmeras conversas é um encontro mais formal que nos fez querer aprofundar o conhecimento da história da dança portuguesa. Em comum surge o interesse pela cronologia enquanto arquivo e pelo passado. O passado-informação, o passado-testemunho e o passado que deixa marcas e memórias.

(…)
A recolha da informação teórica e documental sobre a dança contemporânea portuguesa nos últimos vinte anos deixa-nos melhor preparados para a perceber com o corpo. Perceber o que ela nos suscita mas que também nos constrói. Interessa-nos reunir retratos vivos de momentos emblemáticos da dança contemporânea portuguesa, a fim de estabelecer uma memória colectiva. Despertam-nos curiosidade os mecanismos de intertextualidade imagética e a sugestão, como forma de enaltecimento e vivificação dessa memória.
(…)

Pastiche
de
Luiz Antunes e Sérgio Diogo Matias
com Flora Detraz, Luis Guerra e Sérgio Diogo Matias
Temps d’Images Lisboa 14
Clube Estefânia 13 e 14 de dezembro

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